segunda-feira, 6 de janeiro de 2014



Portal da transparência Convênios por Estado/Município nossa senhora do socorro/se

É preciso ouvi representantes das comunidades, veja que os gastos foram feitos. Mas não justifica que o portal da transparência minta com todas essas informações, onde o prefeito solicitou a verba e contrapondo as manifestações do administrador, a população reclama  dos buracos, crateras e muita poeira e lama nas vias dos povoados. Então faremos um balanceamento das informações que está bem visualizado no portal da transparência. Será que foi feita a pavimentação e drenagem superficial nos bairros aqui mencionado. Olha que os  Loteamentos: Sao Bras, Piabeta, Pai Andre, Conjunto Santa Cecilia e Conjunto Parque dos Farois, foram citados e pelo que pude observar eles tiveram os serviços de obras realizadas, precisamos fiscalizar.

Para concluir, veja abaixo, numero do convenio, situação, objetivo do convenio e valor do convenio, valor liberado, inicio e termino da vigência e sua publicação Então estamos de olhos abertos.

Número do Convênio SIAFI: 79001

Situação: Em Execução

Nº Original: 08611/2009

Objeto do Convênio: Pavimentacao e drenagem superficial nos bairros: Loteamento Sao Bras, Piabeta, Pai Andre, Conjunto Santa Cecilia e Conjunto Parque dos Farois.

Órgão Superior: MINISTERIO DO TURISMO

Concedente: CEF/MINISTERIO DO TURISMO/MTUR

Convenente: NOSSA SENHORA DO SOCORRO PREFEITURA

Valor Convênio: R$ 6.015.750,00  Valor Liberado:  R$ 5.113.387,50

Publicação: 18/01/2010

Início da Vigência: 31/12/2009/ Fim da Vigência: 30/01/2014

Valor Contrapartida: R$ 254.250,00

Data Última Liberação: 19/12/2012/ Valor Última Liberação: R$ 1.804.725,00
 
 

Portal da transparência Convênios por Estado/Município nossa senhora do socorro/se

O portal da transparência apresenta todas as informações em torno da construção da praça da cultura e dos esportes no Marcos Freire I, que teve inicio no dia 26/09/2012, para ser entregue com 06 meses após a data publicada, onde o valor do investimento foi em torno de R$ 1.868,642, 67, confira os dados financeiros, veja quanto o prefeito Fabio Henrique tem recebido e quanto gastou nessa obra que já deveria ter sido entrega a população. Sem falar da obra superfaturada. Analise os dados abaixo, veja quem custeou e onde o deposito foi feito. De hoje em diante a coisa vai ser desse jeito, tudo feito com base no portal da transparência.

Número do Convênio SIAFI: 671547

Situação: Adimplente

Nº Original: CR.NR.0363530-72

Objeto do Convênio: CONSTRUCAO DE PRACA DA CULTURA E DOS ESPORTES NO MARCOS FREIRE I.

Órgão Superior: MINISTERIO DA CULTURA

Concedente: CAIXA ECONOMICA FEDERAL - PAC/Praças/MINC

Valor Convênio: R$ 2.019.999,99  Valor Liberado: R$ 1.746.522,66

Publicação: 13/01/2012

Início da Vigência: 30/12/2011 Fim da Vigência: 30/12/2013

Valor Contrapartida: R$ 236.167,90

Data Última Liberação: 07/11/2013

Valor Última Liberação: R$ 102.414,00
 


sábado, 28 de dezembro de 2013

SIMBOLO QUE PROTAGONIZA A FESTA QUE É DESTAQUE NA CIDADE DE PENEDO ALAGOAS

 
 
Nos próximos dias, nós poderemos nos deparáramos com a festa mais cobiçada do nordeste brasileiro. Falamos do BOM JESUS dos NAVEGANTES, onde a concentração do publico será na orla da cidade de PENEDO, nos dias 11 e 12 do mês de janeiro de 2014.
Para alegria de todos os Sergipanos, Alagoano e etc. Estaremos juntos, pois abraçaremos as atrações que deverá se apresentar nos palcos no dia da festa. Então, curta essa festa e seja mais um folião a desfrutar da previa comemorativa sobre o RIO SÃO FRANCISCO.  
Para terminar, curta o tamanho do símbolo que te convida para mais um ano de participação da festa de BOM JESUS DOS NAVEGANTES. Faça um bom proveito e se vicie dessa comemoração sobre o velho Chico.
 



quinta-feira, 19 de dezembro de 2013

SUPERMERCADO G. BARBOSA PERDE AÇÃO POR COBRANÇA DE ANUIDADE, Veja o juizo de valor do magistrado abaixo:


Para conhecimento de todos:

Uma reclamação junto ao JUIZADO ESPECIAL da 1ª Vara Civil, tendo como reclamante o Sr Geraldo do Nascimento Filho, e, reclamada G. Barbosa S.A. Fez com que o juiz responsável pela apuração do processo, entendesse que o supermercado G. Barbosa, não podia cobrar na fatura mensal do seu cliente a ANUIDADE de R$ 2.99 (dois reais e noventa e nove centavos) Contudo, após uma analise, e depois de fazer um juízo de valor diante do código do consumidor, proferiu a conclusão. Dando desta feita, a perda da causa ao G. Barbosa, condenando-a ao pagamento por DANO MORAL ao reclamante, no valor de R$ 3.500,00 (três mil e quinhentos) reais, isso na ação de indenização. Portanto, sugiro todos àqueles que se sentirem prejudicados pela cobrança indevida, ajuíze uma ação de indenização junto ao juizado especial. Veja a decisão do juiz de direito civil e processo civil.

http://www.tjse.jus.br/scp/imagens/logotrib2.jpg
Tribunal de Justiça do Estado de Sergipe

 

Núm. Processo
201388703244
(Virtual)
Classe
Procedimento do Juizado Especial Cível
Competência
1º Juiz. Esp. Civ.Crim. N.Sra.Socorro
Turno
Manhã
Situação
JULGADO
Fase
JULGADO PROCEDENTE EM PARTE
Fase
Distribuição
16/08/2013
Valor da Causa
R$ 13.000,00

 

 
Vistos e examinados estes autos de ação de direito do consumidor em que Geraldo do Nascimento Filho é reclamante e Cartão Gbarbosa S/A, reclamada.
Em pedido reduzido a termo pelo setor de atendimento deste fórum alegou o reclamante ter sofrido por ação da acionada, danos morais e materiais.
A reclamada foi citada e em sessão de conciliação constatou-se a impossibilidade de composição da lide.
Em audiência de instrução e julgamento foram oferecidas contestação, réplica e colhido o depoimento pessoal do autor. Após, vieram os autos conclusos para decisão.
É o relatório.
Antes de tratar do mérito da causa é importante observar a regularidade do feito, conduzido nos termos do art. 13 da Lei número 9.099/95, pela ausência em seu trâmite de qualquer prejuízo às partes, garantidos os princípios processuais constitucionais para todos.
Cuida-se de ação através da qual pretende o reclamante a condenação da reclamada em danos morais, cancelamento da cobrança de anuidade e restituição do valor de R$ 20,73 (vinte reais e setenta e três centavos) porque foi cobrado o valor de R$ 2,99 (dois reais e noventa e nove centavos) referente a anuidade por ele não contratada, gerando enormes transtornos ao reclamante.
 Contestando, afirmou que “a empresa requerida, apesar da informação da possibilidade de cobrança no contrato acima mencionado, ainda enviou a todos os seus clientes que têm utilizado seus cartões de crédito, comunicação de quando iria começar a cobrança da anuidade, através das duas faturas anteriores ao vencimento da referida cobrança. Faz - se mister ressaltar que o cartão do autor já está isento de cobrança de anuidade, conforme tela abaixo, ou seja, não há como prosperar o pedido autoral. Além disso, os valores cobrados na fatura do Autor relativos à anuidade já foram estornados, não restando nenhum aborrecimento a ser solucionado.”
Em réplica, o requerente reiterou os termos da inicial.
Inicialmente, vale ressaltar que esse serviço, submisso às regras do Código de Defesa do Consumidor, deve obrigatoriamente ser prestado de forma adequada, eficiente e segura. A proteção do consumidor alcança os serviços que se mostrem inadequados para os fins que razoavelmente deles se esperam, bem como aqueles que não atendam as normas regulamentares de prestabilidade.
Dano é a lesão que sofre um patrimônio. Dá-se o dano moral quando o ilícito afeta bens relacionados com a personalidade. Trata-se da aparência externa de cada um, isto é, o modo como cada qual surge perante os seus semelhantes e que faz com que seja único e inconfundível. É através dessa imagem que os indivíduos existem para si e para os outros. Essa imagem externa aparece em várias dimensões: como a intelectual, a emocional e a física, que formam um só e indivisível conjunto. Por isso, uma dessas partes sendo afetada, vai acontecer um desequilíbrio de toda a personalidade do indivíduo.
Não se cogita provar a dor ou constrangimento, bastando no caso concreto à demonstração do resultado lesivo e a conexão com o fato causador. Uma vez verificado o fato apto a causar dano moral, a presunção deste é absoluta.
À requerida cumpre provar as excludentes de sua responsabilidade e não ao autor. A exoneração da responsabilidade depende de prova a ser produzida pela acionada de não ter causado danos ao reclamante. Assim, se ao consumidor incumbe à prova do dano, do nexo de causalidade entre o dano e o serviço, com a indicação do responsável pela prestação do serviço, o prestador deste somente se libera de indenizar se provar as excludentes expressamente previstas no § 3.º do art. 14 do Código de Defesa do Consumidor.
De fato, a reclamada não prestou de forma adequada, muito menos eficiente e segura o serviço para os fins que razoavelmente dela se esperava.
Em que pese a reclamada tentar mitigar sua responsabilidade dizendo que “contrato supra foi entregue a todos os usuários do cartão credi -hiper, inclusive ao Requerente. Dessa forma, a alegação do autor de que fora surpreendido com uma cobrança em sua fatura de cartão de crédito não deve prosperar, já que o mesmo deveria ter observado tais cláusulas” não acostou aos autos o contrato firmado e assinado entre as partes, muito menos prova das excludentes de sua responsabilidade.
Os documentos acostados provam a relação jurídica existente entre o reclamante e a empresa reclamada. Não há nos autos prova de ter sido devida à cobrança de anuidade pela reclamada. A segurança do serviço é de responsabilidade da requerida e os fatos apurados não têm aptidão para romper o nexo causal entre a conduta do fornecedor e o prejuízo suportado pelo consumidor. Também não há prova de culpa exclusiva ou concorrente deste. Forçoso, portanto, é concluir pela responsabilidade da reclamada quanto aos danos morais causados ao requerente.
Atento aos objetivos e princípios da Política Nacional de Relações de Consumo do artigo 4º do Código de Defesa do Consumidor, principalmente o seu inciso VI, para coibir e reprimir de forma eficiente todos os abusos praticados no mercado de consumo que possam causar prejuízo aos consumidores condeno em R$ 3.500,00 (três mil e quinhentos reais) o valor da indenização por danos morais a ser paga pela reclamada Cartão G Barbosa S/A ao reclamante.
Quanto ao pedido de restituição do valor de R$ 20,73 (vinte reais e setenta e três centavos) e de cancelamento da cobrança de anuidade, constato a perda do objeto quanto a estes pedidos. Há prova nos autos de estorno do referido valor e cancelamento da anuidade, confirmadas pelo autor em sua réplica. Forçoso, portanto, é reconhecer a perda do objeto destes pedidos.
Vale destacar que ônus da prova é regra de juízo e cabe ao Juiz proferir julgamento contrário àquele que tinha o ônus da prova e dele não se desincumbiu.
Ante o exposto, com base nos art. 4º, 6°, 14, § 3°, 39, II, todos do Código de Defesa do Consumidor e nos artigos 5º, 6º e 33º da Lei números 9.099/95, julgo procedente em parte o pedido inicial para condenar a reclamada Cartão GBarbosa S/A a pagar ao requerente, Senhor Geraldo do Nascimento Filho, a quantia de R$ 3.500,00 (três mil e quinhentos reais), a título de ressarcimento por danos morais, corrigidas monetariamente com juros reais de 1% ao mês desde a publicação da presente decisão.
Não há condenação em custas e honorários advocatícios, nos termos do art. 55 da Lei n.° 9.099/95.
Publicar. Registrar. Intimar. Advertir o reclamado de que caso não efetue o pagamento da referida importância, no prazo de 15 (quinze) dias, o montante da condenação será acrescido de multa de dez por cento sob o valor da condenação, nos termos do art. 475-J do Código de Processo Civil.
Após o trânsito em julgado da Sentença, arquivar com as cautelas de praxe.
Nossa Senhora do Socorro/SE, 18 de dezembro de 2013.

Salvador Melo Gonzalez
Juiz de Direito

segunda-feira, 9 de dezembro de 2013

O LOTEAMENTO NOVO HORIZONTE EM TOTAL ABANDONO

 
 
É a pura enganação que é atribuída ao povo do loteamento Novo Horizonte em Nossa Senhora do Socorro/Se. Digo isso pelo fato das promessas proferidas pelo prefeito Fabio Henrique, onde o mesmo prometeu a população local que transformaria o loteamento em um bairro modelo, isso aconteceu na eleição de 2008, onde o mesmo era candidato ao cargo majoritário. Mas tudo não passou de uma tremenda mentira. Passou o primeiro mandato, quando na eleição de 2012, o mesmo não fez mais menção a melhoria no bairro, mas disse que as maquinas entraria no loteamento para execução das obras, muito embora ela (obra) nunca ter sido começada. Em setembro passado, maquinas e homens adentrarão no loteamento, começaram trabalhar a terra planagem da avenida principal, e, nada mais estar sendo feito, contamos com quase 03 meses de trabalho, mais até agora, só enrolação, talvez deixando se aproximar das eleições, onde a sua esposa poderá ser a candidata ao cargo de deputada estadual. Para conhecimento de todos, as promessas foram farrapadas, e o que contamos até agora e somente o que mostramos na foto, buracos existente entre o cruzamento das Ruas Novo Horizonte e H, obra realizada e não concluída, mas sem tampa ela parece uma armadilha diante das pessoas que passam pelo local. Mas graças aos bons costumes dessa administração, nada será feito nas ruas do loteamento em tela. Existem informação que as ruas do bairro só terá beneficio somente ao termino da obra que está em andamento. Veja as fotos e faça sua interpretação.   
 
 
Cruzamento das Ruas Novo Horizonte e H

Rua Novo Horizonte

Rua H

sábado, 23 de novembro de 2013

Descasos faz o Coren interditar o Hospital Regional de Nossa Senhora do Socorro/Se

 
 
Só casos de urgência são atendidos em unidade de saúde (veja Vídeo)
O Conselho Regional de Enfermagem (Coren) promoveu a interdição ética parcial no Hospital Regional de Nossa Senhora do Socorro. A interdição ética ocorreu na manhã desta sexta-feira, 22. Como consequência, estão sendo atendidos apenas os casos de urgência e emergência no pronto socorro da unidade.
O comunicado à direção do Hospital Regional e à Secretaria de Estado da Saúde foi feito pessoalmente pela presidente do Conselho Regional de Enfermagem Gabryella Garibalde Santana Resende. Ela explica que a interdição ética ocorre devido à falta de segurança na unidade, que já registrou vários casos de ameaças aos profissionais que trabalham naquele hospital.
Aos jornalistas que acompanharam o ato de interdição ética, a presidente do Coren informou que a superintendência do hospital e os gestores da Secretaria de Estado da Saúde e da Fundação Hospitalar de Saúde foram notificados em dois momentos distintos com o objetivo de corrigir as deficiências detectadas nas sucessivas fiscalizações realizadas pelo Conselho.
Segundo a presidente, a primeira notificação ocorreu no dia primeiro deste mês e a segunda no último dia 11. Apesar das notificações, segundo a presidente do Coren, as deficiências permaneceram. “A interdição ética é o último recurso”, ressaltou a presidente, destacando que as atividades só serão normalizadas quando as deficiências forem corrigidas.
Nota
A Fundação Hospitalar de Saúde e a Secretaria de Estado da Saúde se manifestaram em nota encaminhada à imprensa. Na nota, a diretoria executiva da Fundação Hospitalar de Saúde observa que a intervenção “configura um ato de abuso” e que a interdição é um ato político que passa pelo interesse no processo eleitoral para a escolha da nova diretoria. “Esta medida visa resgatar parte da legitimidade perante a categoria. Se tal medida o Coren quiser adotar nos demais hospitais públicos e privados, como ficará o atendimento à população sergipana nos hospitais?”, questiona a FHS, na nota.
A Secretaria de Estado da Saúde (SES) informou que recebeu solicitação do Conselho Municipal de Saúde de Nossa Senhora do Socorro para reforçar a segurança na unidade. “A demanda foi encaminhada à Secretaria de Segurança Pública, já que, apesar dos vigilantes que trabalham na unidade, eles pedem um posto policial”, informa a secretaria, na nota.
A Secretaria de Estado da Saúde orienta pacientes, nos casos que não configuram emergência, a procurarem atendimento nas unidades de atenção básica. “Estão atendidos apenas casos de urgência e emergência no pronto socorro, enquanto durar a interdição, que é a atribuição da unidade. Casos ambulatoriais devem ser absorvidos pela atenção básica, através dos postos e clínicas de saúde, como deve ser a rotina”, considera a secretaria, na nota.
Os gestores advertem que os demais serviços do hospital, a exemplo da maternidade e a realização de cirurgias eletivas, funcionam normalmente.
Em relação à segurança, na nota o diretor operacional Wagner Andrade esclarece que a Fundação Hospitalar de Saúde tem contrato com empresa de segurança, “tendo diuturnamente, dois seguranças naquela unidade e que foi firmado um acordo com SSP que proporcionou rondas periódicas e patrulhamento naquela unidade hospitalar e que surtiram efeito em função de não ter sido registrado nenhum incidente”.
A FHS informa que está aguardando o ato de interdição para análise e providencias necessárias para efetivar a desinterdição.
CRM
A equipe do Conselho Regional de Medicina (CRM) também realizou fiscalização no hospital na manhã desta sexta-feira, 22. A presidente do CRM, Rosa Amélia Dantas, informou que as atividades dos médicos na unidade também ficarão comprometidas com a interdição ética do Coren. “Médicos não podem trabalhar sem enfermeiros”, observou.
Durante a fiscalização, os representantes do CRM ouviram relatos da médica Isabel Cristina Brasão Froz, que destacou várias ocorrências de ameaças, que envolvem disparos de arma de fogo contra a equipe e xingamentos. “Um paciente trouxe até um cachorro para nos intimidar”, relatou.
A presidente do CRM informou que está colhendo as evidências e as provas, a exemplo dos Boletins de Ocorrência registrados na Polícia Civil, para concluir o relatório e as medidas que deverão ser adotadas. O CRM também não descarta a possibilidade de interdição ética em decorrência da falta de segurança, da escassez de medicamentos e também pela falta de equipamentos para a prestação do atendimento.
Por Cássia Santana
 
 
 
 

domingo, 17 de novembro de 2013

Nosa Senhora do Socorro/Se, municipio abandonado pelo prefeito Fabio Henrique

 
O município de Nossa Senhora do Socorro/Se, parece que não tem prefeito, digo em torno do que está acontecendo em toda área territorial, olha para um lado, observamos uma ciclovia que é tachada pelo administrador, uma das mais cara, onde observa que em tão pouco tempo de construída, o corredor, já mostra o descaso de um prefeito que enganou a todos. No outro lado, observa praças sem nenhum cuidado, buracos encontrados meio a posta, simbolizando o slogam do prefeito tatú, olhe que esse buraco já fez 06 meses, ele é encontrado na Rua A37 do Conjunto Albano Franco, próximo a 1ª Companhia, isso mostra que os impostos pago dia a dia pelo povo, deve ir de esgoto abaixo, então amigos, como vamos dar um basta nisso, um prefeito, que não está preocupado com seus munícipes, agora deixa o município que de lado uma responsabilidade que deveria ter até pelo fato das promessas que foram muitas amis nenhuma cumprida, agora deixa o povo a mercê da sorte, mais a sua única preocupação é agora buscar os votos para eleger sua esposa ao cargo de deputada estadual. Será que o povo desse município tem coragem de depositar seu voto na secretaria de ação social, trata-se de primeira dama do município, e esposa de um prefeito que lava as mãos diante da fraqueza do programa LAMA ZERO que ele mesmo deveria assinar um atestado de fraqueza. E nessa eleição de 2014, será que votaremos em uma deputada que não tem serviço prestado em Nossa Senhora do Socorro/Se?